Joana é uma criatura doce. Doce e confusa. Pau pra toda obra, amiga de verdade, daquelas que te vê na confusão e já chega quebrando todo mundo, depois ela pergunta o que aconteceu. Como ela ia entrar no trabalho mais tarde naquele dia, resolveu passar no centro de Guarulhos para ver vitrines. De repente ela se lembra de ligar para a amiga Margaret, pra ver como estão as coisas. Segue o diálogo:
“Por favor, a Margaret?”
(Voz de homem estranha):”Desculpe mas você não sabe que a Margret faleceu?”
“Como assim, faleceu! Quando foi isso?”
“Por volta de seis meses!”
Neste momento Joana começa a chorar ao telefone:
“Como assim? A minha amiga! Será que a Lucky já sabe? Mas ela morreu de quê?
“Ela tinha alguns problemas por causa da idade, coração fraco, lutou muito, mas não teve jeito.”
A esta altura várias pessoas já cercavam a Joana, preocupados com aquele chororô todo, oferecendo água, sentando ela na calçada.
De repente, Joana se lembra que trabalhou com uma senhorinha, muito idosa, que havia falecido mesmo e percebe a confusão.
Agradece apressada o homem da voz estranha, desliga o telefone e surpreendendo as pessoas preocupadas ao seu redor, levanta a cabeça como se nada tivesse acontecido e... se mata de tanto dar gargalhadas, deixando todos ao redor atônitos, sem saber o que tinha acontecido. Saiu feliz por saber que sua amiga Margaret estava bem viva
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